Um teste de toxicidade aquática é um procedimento no qual as respostas dos organismos aquáticos são usados para detectar
e medir os efeitos de uma ou mais substâncias, resíduos, ou fatores ambientais, sozinhos ou em combinação, durante um determinado tempo.
Com estas respostas pode-se estimar, através de métodos estatísticos, a concentração dessas susbstâncias, que certamente causarão toxicidade aos organismos existentes nos corpos receptores.
Assim, a toxicidade característica inerente de uma substância ou mistura de substâncias químicas se evidencia sobre organismos vivos e torna-se a única variável a ser controlada (USEPA, 1985).
Métodos estatísticos empregados em testes de toxicidade
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Método Gráfico (Testes de Toxicidade Aguda);
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Spearman-Karber (Testes de Toxicidade Aguda);
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Próbitos (Testes de Toxicidade Aguda);
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Litchfield & Wilcoxon (Testes de Toxicidade Aguda);
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Chi-Square Test For Normality (Testes de Toxicidade Crônica);
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Shapiro-Wilks Test For Normality (Testes de Toxicidade Crônica);
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Bartlet’s Test For Homogeneity of Variance (Testes de Toxicidade Crônica);
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Hartley Test For Homogeneity of Variance (Testes de Toxicidade Crônica);
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Fishers Exact Test (Testes de Toxicidade Crônica);
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T-Test (Testes de Toxicidade Crônica);
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Dunnett’s Test or Mean Comparison (Testes de Toxicidade Crônica);
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Bonferroni’s T-Test or Mean Comparison (Testes de Toxicidade Crônica);
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Willian’s Test (Testes de Toxicidade Crônica);
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Tukey’s Test or Mean Comparison (Testes de Toxicidade Crônica);
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Steel’s Many-one Rank Test (Testes de Toxicidade Crônica);
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Wilcoxon Rank Sum Test (Testes de Toxicidade Crônica);
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Kruskal-Walls Test (Testes de Toxicidade Crônica);
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Método de Interpolação Linear (USEPA/600/4-89/001)
(Testes de Toxicidade crônica e Crônica de curta duração).
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